domingo, maio 18, 2014

Lamecha. Mas so' um bocadinho!

Antes de postar qualquer coisita, a Marta advertiu-me nada de lameichice, tu vê se ouvis-te bem!
E eu concordei, sem qualquer advertencia. Afinal é na parte menos formal da vida que a gente se liberta; isto é: dança à nossa maneira, ri até doer a barriga, chora até ficar com dois morangos no lugar das vistas. Fala alto ao telefone. Enfim, esquece todas as etiquetas e deixa todos os genes saloiinhos se manifestarem. Resultado: o fenotipo mais acolhedor de sempre.
E felizmente vivo muitos dias destes.
Mas hoje, depois de tropeçar aqui  não resisti e espreitei também as fotos do concerto dela em Rennes. O cheirinho a Africa, os acordes da nossa guitarra, ela sem microphone, o publico avec, entusiasmadissimo a gritar BRRRRAVO. As emoções a que cada letra, cada movimento dela nos levava. E eu... na fila da frente, num misto de admiração, saudade, e uma vontade enorme de chorar. Tal como hoje.
Pudesse eu no final deste espetàculo receber um aperto de uma mão enorme e franzina como o dessa noite.  

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