O dia era passado entre a cozinha a petiscar os fritos que se iam fazendo e a varanda, para espreitar o largo a ver se já havia lenha (que alegria era quando víamos chegar mais uma carrada).
Enquanto na aldeia as casas se enchiam de gente, na nossa mesa ceávamos os de todos os dias: eu, mana, pai, mãe e avó. Da ementa constava o bacalhau assado, as batatas a murro e a couve refugada com farinha e vinagre, além das rabanadas, sonhos, aletria, polvo com molho verde, bolinhos e filhós de bacalhau; mais tarde apareceu o bolo rei..
Depois da ceia, íamos até ao Cruzeiro ver a fogueira, ao" Mais Novo" beber um sumol, e a casa de alguns amigos e/ou família fazer uma visita.
Já em casa e antes de ir para a cama punha-mos um par de sapatos debaixo da árvore, onde o Menino Jesus talvez deixasse um presente(anos houve em que não deixou, valia-nos a tia Lurdes que oferecia sempre uma boneca de porcelana).
De manhã bem cedinho corríamos para o pinheirinho. Depois era estrear a roupa nova e ir à Missa, onde o senhor Padre dava sempre o menino a beijar....
Enquanto na aldeia as casas se enchiam de gente, na nossa mesa ceávamos os de todos os dias: eu, mana, pai, mãe e avó. Da ementa constava o bacalhau assado, as batatas a murro e a couve refugada com farinha e vinagre, além das rabanadas, sonhos, aletria, polvo com molho verde, bolinhos e filhós de bacalhau; mais tarde apareceu o bolo rei..
Depois da ceia, íamos até ao Cruzeiro ver a fogueira, ao" Mais Novo" beber um sumol, e a casa de alguns amigos e/ou família fazer uma visita.
Já em casa e antes de ir para a cama punha-mos um par de sapatos debaixo da árvore, onde o Menino Jesus talvez deixasse um presente(anos houve em que não deixou, valia-nos a tia Lurdes que oferecia sempre uma boneca de porcelana).
De manhã bem cedinho corríamos para o pinheirinho. Depois era estrear a roupa nova e ir à Missa, onde o senhor Padre dava sempre o menino a beijar....





