E quando cá em casa ninguém dorme a partir das 6 da manhã...vale-nos o PANDA!!!
Neste blogue é-se fã de uma boa janta com os amigos, dos Santos populares, da feira de S. Mateus, Xutos, bacalhau à Gomes de Sá, do arraial de Santa Eugénia, Trás-os-Montes, mas também de Sintra. Rosé, vinho do Douro (Porto), e claro, muitas pingas de jeropiga. Do FêCêPê, pois claro. Enfim, do Mundo Saloio.
segunda-feira, agosto 26, 2013
domingo, agosto 25, 2013
Chiado
Hoje decidimos dar uma volta pelo Chiado logo de manhã. Não pudemos subir antes das 11horas, pois a zona estava encerrada para fazer um simulacro de incêndio. A actividade (segundo um polícia) inseria-se na invocação do grande incêndio de há 25 anos atrás.
Passeamos por toda a Baixa(Rossio, Restauradores, Terreiro do Paço...). Estava cheia de vida, de gente,de música, de luz...
Quando finalmente o simulacro terminou pudemos subir ao Chiado, igualmente cosmopolita, intenso, vibrante.
Hoje não se ouvia Fado por lá, tocava antes uma banda filarmónica. Ao redor uma multidão de ingleses, alemães, espanhóis, brasileiros, chineses(ou seriam japoneses?) e alguns portugueses. Nós parámos. O J, tal como a mãe adora o "bandalho". Ainda dançamos os dois..muito discretamente
Há uma semana atrás a dança foi mais efusiva aqui.
Passeamos por toda a Baixa(Rossio, Restauradores, Terreiro do Paço...). Estava cheia de vida, de gente,de música, de luz...
Quando finalmente o simulacro terminou pudemos subir ao Chiado, igualmente cosmopolita, intenso, vibrante.
Hoje não se ouvia Fado por lá, tocava antes uma banda filarmónica. Ao redor uma multidão de ingleses, alemães, espanhóis, brasileiros, chineses(ou seriam japoneses?) e alguns portugueses. Nós parámos. O J, tal como a mãe adora o "bandalho". Ainda dançamos os dois..muito discretamente
Há uma semana atrás a dança foi mais efusiva aqui.
sábado, agosto 24, 2013
Iniciação dos petizes
Desde o último ano de curso que no meu universo de amigos se instituiu que TODOS os anos teríamos de assistir JUNTOS a um concerto dos xutos. E durante algum tempo conseguimos! Chegamos a fazer centenas de quilómetros, vindos um de cada canto do país para nos reunirmos para o concerto.
De há uns tempos para cá deixou de ser possível..uns porque têm metade do oceano para calcorrear, outros porque têm de atravessar dois países inteiros, outros porque simplesmente não têm disponibilidade.
Amanhã, e depois de um interregno de alguns anos vou assistir novamente a um concerto deles. Não terei o grupo de amigos fisicamente presente. Terei, no entanto, umas apresentações a fazer...dois petizes que farão na certa parte do grupo, quando este novamente se reunir.
De há uns tempos para cá deixou de ser possível..uns porque têm metade do oceano para calcorrear, outros porque têm de atravessar dois países inteiros, outros porque simplesmente não têm disponibilidade.
Amanhã, e depois de um interregno de alguns anos vou assistir novamente a um concerto deles. Não terei o grupo de amigos fisicamente presente. Terei, no entanto, umas apresentações a fazer...dois petizes que farão na certa parte do grupo, quando este novamente se reunir.
quinta-feira, agosto 22, 2013
Ainda sobre a gaiola dourada
Há uns anos também eu vivi a experiência da emigração. tinha voltado a casa dos meus pais, perspectivas de emprego a curto prazo:nenhumas. Um primo aliciou-me e..fui!Parti num chuvoso dia de Janeiro e por ironia do destino encontrei na paragem do autocarro que me levou uma pessoa que em tempos tinha sido amigo(não trocamos uma única palavra, ignorando-nos mutuamente).
Foi o namorado de então(marido na actualidade) que me foi levar. A despedida mais dolorosa foi a da minha mãe.
Fui tranquila e expectante.
Depois de um dia inteiro de viagem, com alguns contratempos pelo meio cheguei. A cidade era relativamente pequena, bonita e fria. À minha espera tinha o meu primo. A primeira coisa que me disse foi "vá não chores, estás comigo". E estive. Durante 7 meses foi meu pai, amigo, e protector.
As peripécias sucederam-se, umas cheias de humor, outras de lágrimas.
Em Agosto regressei - quando parti foi com a condição de regressar meio ano depois e constituir vida com o p, que entretanto tinha terminado o curso. E foi o que fiz.
Costumo dizer que fui uma emigrante com prazo de validade e que por isso mesmo não me custou.
Hoje, com dois filhos, desempregada há 2 anos, sem perspectiva de emprego nem a curto nem médio/longo prazo penso novamente nesta hipótese. O p insiste que devemos ficar, que isto há-de melhorar...mas a verdade é que a cada dia que passa a hipótese se torna numa realidade mais presente e, desta vez, dolorosa.
Foi o namorado de então(marido na actualidade) que me foi levar. A despedida mais dolorosa foi a da minha mãe.
Fui tranquila e expectante.
Depois de um dia inteiro de viagem, com alguns contratempos pelo meio cheguei. A cidade era relativamente pequena, bonita e fria. À minha espera tinha o meu primo. A primeira coisa que me disse foi "vá não chores, estás comigo". E estive. Durante 7 meses foi meu pai, amigo, e protector.
As peripécias sucederam-se, umas cheias de humor, outras de lágrimas.
Em Agosto regressei - quando parti foi com a condição de regressar meio ano depois e constituir vida com o p, que entretanto tinha terminado o curso. E foi o que fiz.
Costumo dizer que fui uma emigrante com prazo de validade e que por isso mesmo não me custou.
Hoje, com dois filhos, desempregada há 2 anos, sem perspectiva de emprego nem a curto nem médio/longo prazo penso novamente nesta hipótese. O p insiste que devemos ficar, que isto há-de melhorar...mas a verdade é que a cada dia que passa a hipótese se torna numa realidade mais presente e, desta vez, dolorosa.
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